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Pessoal tive a ingrata notícia do desaparecimento de DCreek da grade do Canal Sony. Confesso que ainda dava uma espiadinha básica. Mas, dependendo do episódio esticava a “assistência”. Pena, agora vou matar a saudade em DVD.
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Ainda estou tentando conseguir as temporadas (2) de O Túnel do Tempo. As poucas opções de compra que localizei na internet são muito caras e com certeza de qualidade bem duvidosa. Sei que a série já foi lançada nos EUA, mas aqui no Brasil nadinha de lançamento.
Pra quem não sabe, Tunel do Tempo é uma série de TV dos anos 60, já colorida e que teve apenas 2 temporadas.
O Túnel do Tempo, série criada pelo produtor Irwin Allen e baseada em um romance do escritor Murray Leinster, um dos mais prolíficos da ficção científica moderna.
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Em 2004 bati de frente com LOST, depois veio os intervalos entre a Primeirona temporada e a Segunda, aí tinha que me ocupar com alguma coisa. Zapeando por vários canais acabei dando chance pro azar e peguei carona nas viagens de Dawson’s Creek, daí comecei a colecionar a trilha sonora da série.
Passaram-se 2 anos, enfrentei uma fase difícil na minha vida e agora tudo voltou aos eixos, então senti o esquemão, DC acabou e assisti todas as temporadas, talvez todos os episódios. Mas olha só a tocaia: lançamento do spin off de Beverly Hills, ou melhor Barrados no Baile, e de novo a história se repete – comecei a assistir Barrados (um pouco antes de DC, isto é às 7 da matina, mas vale quanto pesa). Tõ até pensando em colecionar as temporadas em DVD.
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Achei este artigo sobre DC há alguns anos atrás, quando conheci e comecei a assistir a série. Você pode concordar ou não com as críticas, mas o interessante é que DC faz pensar sobre vários aspectos da vida. Apreciem com moderação!!
Ainda, cuidem no pensamento colocado no final …
Crítica: “Dawson’s Creek” prega o conformismo pop
BIA ABRAMO
colunista da Folha
Nesta segunda (30) o canal de TV paga Sony exibe o último capítulo da sexta e derradeira temporada de “Dawson’s Creek”. Dawson, o jovem aspirante a cineasta, sua amicíssima e quase namorada Joey e seus outros amiguinhos de Capeside devem passar para a história da cultura pop como os adolescentes mais chatos jamais criados para qualquer tipo de ficção.
Curioso: a mesma indústria do entretenimento que moldou a idéia da juventude como o território da rebeldia via música e cinema nos anos 50, está se encarregando de sepultá-la. Nos seriados dramáticos norte-americanos da virada dos anos 90 que contemplam a juventude, o tom é de um conservadorismo de arrepiar.
À primeira vista, todos os temas que compõem o repertório básico das histórias de jovens tal como foi estabelecido por Hollywood -as descobertas da identidade e da sexualidade, os dilemas morais da entrada no mundo adulto, a educação sentimental- estão lá, mas qualquer idéia de confronto com as instituições foi eliminada. Há, por vezes, fricção, arrufos, aborrecimentos, que em geral são causados por adulto incompetente -um pai ausente, uma mãe perturbada mentalmente, um professor mau-caráter. Mas, basicamente, cabe aos adolescentes e jovens se adaptar e se conformar com o mundo tal como ele se apresenta.
“Dawson’s Creek” talvez seja o produto mais bem acabado de uma lista que ainda conta com o extinto “Felicity”, e os mais recentes “Gilmore Girls” e “Everwood”. Criada por Kevin Williamson, roteirista de “Pânico”, “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado”, o seriado é uma lição de como fazer histórias e personagens moralistas soarem bacanas. Claro, esta sempre foi uma especialidade da indústria do entretenimento norte-americana, mas a indústria vem sendo cada vez mais eficiente em maximizar a carga de proselitismo conservador, ao mesmo tempo em que sofistica sua maquiagem “cool”.
Em outras palavras, quanto mais próximo das referências da cultura jovem/pop, maior a eficácia das inúmeras lições de moral que vêm junto.
Em “Dawson’s Creek”, até mesmo o fato de um dos personagens do núcleo principal ser gay entra nesse rolo compressor do conformismo. A cultura norte-americana é tão poderosa no sentido de amansar comportamentos transgressores que o seriado oferecia em Jack um modelo perfeito para ensinar os jovens gays a conciliar homossexualidade com conformidade.
Diante de um mundo codificado, ao qual não há alternativa de nenhuma espécie, só restava aos lindos, bem vestidos e aborrecidos adolescentes de Capeside falar pelos cotovelos, escarafunchando suas vidas com a mesma energia neurótica que os personagens de Woody Allen -só que sem a menor sombra de humor.
E-mail: biabramo.tv@uol.com.br
Joidi Anselmo de Anselmo
Bibliotecário
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“Os desenhos são mais importantes que os filmes de adulto.”
Helena da Silva Anselmo (5 anos)
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Consegui passar naquele Concurso pra lá de disputado, mas valeu a pena, e como vale$$!!
Descobri que sou um dos últimos fissurados em DCreek. Ao que parece a série está relegada a um “último plano” na programação do Canal Sony na Net. Passa pela manhã (8h) e não tem chance de repetir.


